Acre apresenta menor número de mortes no trânsito em 13 anos

por admin
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Samuel Bryan 

 

Em 2017, foram contabilizadas 76 mortes no trânsito acreano. Em 2016 esse número foi de 103 mortes, enquanto no início da série história, em 2004, o número de 84 (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

Em coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira, 19, na Casa Civil, o governador Tião Viana apresentou o número de mortes no trânsito do Acre. Mesmo com um aumento da frota de veículos em 200% desde 2011, 2017 fechou com a maior redução de mortes no trânsito já registrada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AC).

Em 2017, foram contabilizadas 76 mortes no trânsito acreano. Em 2016 esse número foi de 103 mortes, enquanto no início da série histórica, em 2004, o número de 84. Já o maior registro foi em 2011, com 181 vítimas fatais.

Vale lembrar que em 2007, a frota do Acre era composta por 84 mil veículos. Dez anos depois, este número saltou para 262 mil.

O governador Tião Viana ressaltou que em todo o país, o trânsito mata 47 mil pessoas por ano e deixa 400 mil com alguma sequela. Com um amplo trabalho conjunto entre Detran, Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) e Polícia Militar, o resultado é o de vidas salvas.

“Isso demonstra um grande avanço, uma grande união e esforço das equipes de pacificação do trânsito. O impacto disso na redução dos custos hospitalares e a defesa da vida é muito importante. Somos o quinto país mais violento no trânsito do mundo e nós aqui no Acre conseguimos uma vitória dessas”, conta o governador.

Segundo o diretor do Detran/AC, Pedro Longo, o trabalho não para com o objetivo de que o número fique ainda menor, mesmo o Acre tendo hoje um dos melhores índices de redução de mortes no trânsito em todo o país.

“A divulgação das atividades, das campanhas, dos alertas, das mudanças na legislação é essencial. Hoje nós temos ações com capilaridade em todos os municípios do Acre, fruto do trabalho da educação de trânsito direto com os condutores e de esforços da engenharia como as faixas elevadas e o trabalho de sinalização. São vidas salvas”, ressalta.

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